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Certamente um lugar que reflete a rotina diária de um verdadeiro paulistano: Multifuncional, insessante.
Vi uma garota ouvindo seu Ipod, lendo um livro e subindo a escada rolante. Com certeza apenas um cérebro avançado poderia fazer isso; alguém que está acostumado com a correria da vida, os prazos de entrega de suas obrigações que encontra em um lugar agitado para se focar no silêncio e nos hábitos que ela carrega.
São tantos rostos, tantas conversas diferentes, tantas trocas de olhares, tantos livros lidos...
Encarar uma garota do outro lado da plataforma te leva longe.... Sabendo que ela pode ser a futura mãe de seus filhos ou um rosto que vai se perder em alguns segundos, quando o próximo vagão levá-la talvez a um lugar onde você a jamais encontrará.
Durante a entrada turbulada em um vagão lotado, seu único pensamento é chegar em casa em segurança, descansar de um dia cansativo e livrar-se daquele estado de aperto, fazendo as pessoas a sua volta meros obstáculos físicos para que isso aconteça, logo, desejando que o seu convívio e o interesse nas pessoas ao seu redor só torne apenas uma mera rotina até compreensível.
Desculpem meus desvaneios filosóficos, o público do blog está focado em outro conteúdo, mas não quis descartar pensamentos circulares da minha mente fértil (ou não).
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Tenho que dizer que minha paixão Livia Andrade está passando agora de domingo a noite, por isso não a vejo... por isso o amor acabou e minha nova paixão é... Miley Cyrus S2.. Estava eu lá vendo as 7 coisas que ela mais odiaria em mim até que me deparei com isto:
Até a couver dela é uma gatEEnha!
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Nós, menores idade já construimos uma cultura que modéstia a parte, já bateu a era cavaleiros do zodíaco e por que não, vai cultivar a nossa infância daqui a uns dez anos, por exemplo.
A história de toda criança, pelo menos a de que uma pessoa se tem lembrança, começa por volta dos seis anos de idade. Uma promoção nova na Coca-cola, o liquido negro do capitalismo, deixou uma lembrança forte nessa parte da minha vida:

"Geloucos da Coca-Cola, garanta já o seu!"
Não me lembro em detalhes de como era a promoção, mas seguia o velho protocolo de trocar tampinhas de Coca-Cola por alguns desses brilhantes, tenho também alguns adesivos. Tanto os adesivos quanto os Geloucos brilhavam insessantemente no escuro, era algo totalmente surreal. Eu tenho alguns ainda (14, 13... nessa faixa aê) e depois de mais de 8 anos, com mudanças de casa, "arrumamento de quartos" e etc eles continuam brilhando quando se apaga a luz. E eu não abro mão de deixar eles enfeitando a mobília do meu quarto.
Esse é mais "englobado" por conter um tempo a mais de exibição na televisão do que a maioria das outras séries animadas, que manteve duas gerações mas que ainda não perde o brilho da era 2000:
"Posso presentir, o perigo e o caos" *TAMM TAMM TAMMM*
O papo mais presente na escola durante a minha segunda série era sobre a batalha do Gohan contra o Cell, quem ganharia a batalha e quem venceria.
Assim como as mulheres no cabeleleiro estavam para fofocas, nós na escola estavamos para aspirantes de super-sayajins. Definhei na saga de Majin-boo que parecia que não acabava nunca e a raiva daquele infeliz não morrer nos deixava ainda mais entrosados no assunto. Ficamos tristes com a morte dos andróide
Desenhos fazem parte de todas as épocas desde que a animação foi empregada na televisão: Os mais velhos com Corrida Maluca até os mais novos como Bob Esponja. Durante esse processo, no meio do caminho apareceram animes como Yu-Gi-Oh, que vem, fazem fama e somem. Um anime novo que te dava gosto de brincar e te fazia se sentir habilidoso e ainda por cima abrangia todos os frustados, como eu, que não conseguiam rodar pião na rua:

VAI DRAGOOOOON!!!
Essa foi com certeza a minha era mais pirada. Eu tinha o "Bley-stadium" (uma espécie de campo para se jogar a Beyblades, tinha formato de peneira, era de plástico ruim, mas eu adorava aquela merda de coração). No intervalo escolar, o Dragon Ball Z citado acima por mais incrível que pareça, perdeu o seu trono durante alguns meses para esse desenho.
O objetivo em si era bem simples, bater uma Beyblade uma na outra até que uma dessas parasse, perdendo então a "batalha". Hoje pra ser um cara descolado, você precisa ter um numero favorável de garotas na sua lista, vestir umas roupas legais e dar aquela piscadela característica de quem já levou um soco em brigas diversas vezes, nessa época, meu amigo, para ser descolado você apenas precisava de uma Beyblade que piscava quando batia em uma outra para ser descolado.
Há diversos outros vestígios de memórias dessa época na minha mente, mas essas com certeza são as mais presentes. Espero que tenham nostalgiado comigo também ;)
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" Oi gente, eu sou famoso. Ganho cortes de cabelo de graça, influencio as pessoas e destruo campanhas com intuíto voluntário de protesto. Abraços"
Os famoso "piratas do Twitter" comoveram a massa e realmente conseguiram: Enfiaram a merda da tão sonhada tag no Trending Topics do Twitter. A piadinha que virou e a influência que pseudo-celebridades transmitiram é algo dígno de um bom brasileiro.

Imagem pirateada. Dá pra perceber?
Isso não é pra parecer um mimimi de: "Ah! Estragaram o que eu defendi"- E só pra dizer que a conduta e a postura de formação de boy-band para forçar uma ideia que definitivamente não partiram das mentes piratas é realmente um ato pirata e um roubo de qualidade.
Piratas, por favor salvem meu dia mais uma vez. Inventem e influenciem algo que realmente funcione.
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Em tempo, chega de seriedade e Twitter nessa merda. Voltemos com a nossa programação normal.
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Os últimos acontecimentos via Twitter foram em forma de protesto; A campanha #forasarney com certeza envolveu uma gigante massa de mobilização dos usuários brasileiros que acessam e usufluem do site.
Maaaaaaaaaaaas, sempre aparecem os "do contra". Isso não é uma questão de posição de lado, mas sim o governo do país em que você vive e com a política que você convive e "mantém financeramente" com impostos até para cagar em um banheiro público.
Diante do legado Sarney, que passou de turista pelo Amapá, se candidatou, ganhou e manteve a tradição brazuca e até quem sabe, educada, deixando o lugar para os velhinhos onde poderiam estar mentes novas dispostas a reacender a "esperança política" no Brasil, se é que isso é possível (eu creio que seja).
Papai tá no Senado! Papai tá no Senado!
O grande "BOOM" do Twitter no Brasil trouxe junto um "tom" intelectual (pelo menos no Brasil)para as redes socias, que estavam gastas tanto de conteúdo quanto contigente. O Twitter uma forma de se manifestar e apresentar ideias rápidas, trouxe mais comodidade e principalmente influência na forma de se comunicar via web.
A tag com intuíto de mobilizar e entrar no Trending topics (coisa que não aconteceu, não sei ao certo por quê) era realmente estampar o poder dado aos cidadãos brasileiros de poderem manifestar tranquilamente o seu ponto de vista e protestar ao que não desagrada. Maaaas...eis que surge o formador de opinião. É legal parecer do contra. Dá uma impressão de opinião formada e bem formulada. A #revoluçãodesofá como foi chamada. Não apenas tirando um sarro e formando a opinião de alguns outros em que estão cagando para política.
Opinião é como ânus; Cada um tem o seu e dá pra quem quiser. Coisa que é presente em grande parte das pessoas que Twittam. Mas reclamar e zombar em que está no direito de falar e protestar sobre a situação que se encontra é outros 500. Talvez, ao invés de sairmos e demonstrarmos nossa opinião, devíamos deixar secreto, igual aos que estamos protestando, para ver se assim os de "sobrenome forte" se contentam e digam "esse é o futuro e o poder das mídias sociais".Pff...


















